Em agosto, a Sociedade Paulista de Infectologia promoveu mais uma edição do Programa Educacional 2025, Terças-Feiras com a SPI, desta vez em parceria com o Instituto Latino-Americano da Sepse (ILAS), com o tema “Pense: pode ser sepse? Sepse, pode ser fúngica?”.
A abertura foi conduzida pela Dra. Raquel Stucchi, diretora da SPI, que destacou a relevância da discussão e agradeceu a parceria com o ILAS. Na sequência, apresentou os especialistas convidados: a Dra. Flávia Machado, coordenadora do ILAS, o Dr. Luciano Azevedo e a Dra. Thaís Guimarães.
O Dr. Luciano Azevedo iniciou sua apresentação ressaltando a importância do diagnóstico precoce da sepse, o impacto do tempo de início dos antimicrobianos e a necessidade de atenção a pacientes que evoluem de forma desfavorável em internações clínicas ou cirúrgicas. Apresentou ainda dados recentes que reforçam esse alerta como um apelo à prática médica.
Na sequência, a Dra. Thaís Guimarães abordou as diferenças entre sepse bacteriana e sepse fúngica, destacando a dificuldade diagnóstica pela semelhança clínica entre os quadros. Trouxe reflexões sobre o uso de antifúngicos sistêmicos, o papel dos biomarcadores e as estratégias para iniciar terapias de forma adequada.
O encontro contou com 393 inscritos, alcançando um recorde em participação nos webinares da SPI, e foi encerrado com perguntas enviadas pelos participantes, que possibilitaram uma rica troca de experiências entre especialistas e público.
A Sociedade Paulista de Infectologia segue comprometida em promover atualização científica de qualidade e oferecer espaços de diálogo que contribuam para a prática clínica.
Assista ao webinar na íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=Ug0ZrTMZS-E
