Prezado(a), O programa educacional Terças-Feiras com a SPI chegou ao seu último encontro de 2025, encerrando mais um ciclo de debates dedicados à atualização científica e ao fortalecimento da prática clínica em infectologia. Esta edição, especialmente voltada ao Dezembro Vermelho e ao Dia Mundial de Luta contra a Aids, reforçou a importância da prevenção, do cuidado contínuo e da informação de qualidade no enfrentamento da infecção. O encontro contou com a participação do Dr. Paulo Abrão, presidente da Sociedade Paulista de Infectologia e membro do Comitê Técnico Assessor do Ministério da Saúde para Pessoas Vivendo com HIV/Aids, que abriu a sessão destacando o significado de dezembro como um mês dedicado a ações de acolhimento, conscientização e mobilização. Na sequência, o Dr. Álvaro Furtado, diretor da SPI, infectologista e pesquisador do HC e do CRT/Seap-HC/FMUSP, apresentou um panorama dos principais avanços em prevenção, com foco especial nas tecnologias injetáveis. Ele revisou os dados mais recentes do Boletim Epidemiológico, abordou desafios persistentes, especialmente a concentração de novas infecções em populações específicas, e discutiu o papel da ciência de implementação na incorporação da PrEP injetável no contexto brasileiro. O Dr. Álvaro reforçou ainda que a prevenção só alcança seu potencial máximo quando guiada pela equidade, lembrando que o HIV não acabou no Brasil: tornou-se mais desigual, e a PrEP pode transformar realidades quando chega a quem realmente precisa. Em sua apresentação, o Dr. Abrão trouxe uma atualização abrangente sobre o tratamento antirretroviral (TARV) em 2025, discutindo evidências recentes, revisões sistemáticas e a evolução das diretrizes terapêuticas ao longo do ano. O encontro foi encerrado com uma reflexão conjunta sobre os avanços acumulados em 2025, o impacto das novas tecnologias e a importância de manter o compromisso com o cuidado integral, a redução do estigma e a ampliação do acesso. Apesar dos desafios que permanecem, seguimos confiantes e esperançosos diante do que 2026 reserva em pesquisa, políticas públicas e fortalecimento da rede de cuidado. A Sociedade Paulista de Infectologia celebra a trajetória construída ao longo deste ano e agradece a todos os associados que acompanharam e enriqueceram cada encontro. Confira o webinar completo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=HND3bA3IxO8&feature=youtu.be Nos vemos em 2026, para mais um ano de troca, aprendizado e compromisso com a saúde pública. Atenciosamente,Sociedade Paulista de Infectologia.
XIX Curso de Infecção em Imunodeprimidos HCFMUSP
Prezado(a), Nos dias 4 e 5 de dezembro de 2025, será realizado o XIX Curso de Infecção em Imunodeprimidos do HCFMUSP, organizado pelo Departamento de Infectologia e Medicina Tropical. O encontro ocorrerá no Anfiteatro Nina Rodrigues do Instituto Oscar Freire (FMUSP) e reunirá especialistas para atualização científica sobre infecções em pacientes imunocomprometidos. A programação inclui palestras e mesas-redondas sobre temas como infecções por bactérias multirresistentes, imunoterapia, varicela no imunodeprimido pediátrico, terapia antifúngica, CMV, transplantes, além de discussões de casos clínicos desafiadores conduzidos por profissionais de referência na área. O curso é voltado a médicos, residentes, pós-graduandos e demais profissionais de saúde que atuam no cuidado de pacientes imunocomprometidos. A Sociedade Paulista de Infectologia reforça que apoia e divulga a iniciativa sem qualquer tipo de ganho financeiro. Para informações sobre inscrições, valores e detalhes da programação, entre em contato pelo telefone (11) 3061-7018, com Villenne, ou pelo e-mail exp-mip@usp.br. Atenciosamente,Sociedade Paulista de Infectologia (SPI).
Convite | Terças-Feiras com a SPI: PrEP e Tratamento Antirretroviral
Prezado (a), O programa educacional Terças-Feiras com a SPI realizará, no dia 2 de dezembro, às 20h, seu último encontro de 2025, em uma edição especial alusiva ao Dia Mundial de Luta contra a Aids e ao Dezembro Vermelho. O webinar contará com a participação de: – Dr. Paulo Abrão, professor adjunto de Infectologia da Unifesp e presidente da SPI, que abordará os principais avanços no tratamento antirretroviral ao longo de 2025; – Dr. Álvaro Furtado, infectologista e pesquisador do HC e do CRT, Seap/HCFMUSP, além de diretor da SPI, que apresentará as tecnologias injetáveis para a prevenção. Esta edição fará uma retrospectiva dos progressos alcançados no ano, reforçando a importância da prevenção, do cuidado contínuo e da informação de qualidade na resposta ao HIV no Brasil. As inscrições estão disponíveis: https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_P2fdIHElRJGOAcK3vPzJTA#/registration Atenciosamente,Sociedade Paulista de Infectologia.
Síndrome pós-spike l Sociedade Paulista de Infectologia reforça a segurança das vacinas
Prezado(a), A Sociedade Paulista de Infectologia (SPI) manifesta preocupação com a disseminação de informações falsas sobre vacinas contra a covid-19, em especial a chamada “síndrome pós-spike” ou “spikeopatia”, que vem sendo promovida por alguns profissionais de saúde nas redes sociais. A entidade alerta que tal condição não é reconhecida pela comunidade científica, não possui comprovação de existência e tem sido utilizada para comercialização de cursos, consultas e “protocolos” sem validade científica. Nos últimos dias, reportagens publicadas pelo Estadão e manifestações de entidades como SBIm, SBPC, ABC e do próprio Ministério da Saúde evidenciaram que médicos antivacina vêm lucrando com a divulgação dessa suposta síndrome. O principal estudo citado por esses profissionais – um relato de cinco casos – foi retratado pela revista científica IDCases devido à falta de evidências que sustentam a hipótese e ao risco de difusão de tratamentos não validados. Vacinas são seguras e não causam “síndrome pós-spike” A SPI reforça que: Especialistas e agências regulatórias reiteram que a produção de proteína spike após a aplicação das vacinas é limitada, transitória e necessária para gerar proteção – sem causar intoxicação, inflamação crônica ou qualquer quadro compatível com a “síndrome pós-spike”. Desinformação ameaça a saúde pública O Brasil concentra aproximadamente 40% do conteúdo antivacina que circula na América Latina, segundo estudos da FGV. Para a SPI, a exploração comercial desse tipo de desinformação – especialmente por profissionais habilitados – representa grave risco à confiança nas vacinas e ao Programa Nacional de Imunizações.A entidade também destaca preocupação com a oferta de “detox de vacina”, suplementos e tratamentos caros divulgados como soluções para uma doença inexistente. Tais práticas não têm base científica, podem atrasar diagnósticos verdadeiros e ferem princípios éticos da Medicina. Orientação à população A SPI recomenda que a população: Compromisso institucional A Sociedade Paulista de Infectologia reafirma seu compromisso com: Vacinas salvam vidas. A saúde pública não pode ser prejudicada por informações falsas divulgadas para gerar engajamento ou lucro. Atenciosamente,Sociedade Paulista de Infectologia (SPI).