O Departamento e a Divisão de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da FMUSP convidam para a XI Jornada Científica. Serão abordados diversos tópicos em Doenças Infecciosas e em Pesquisa. O evento contará com palestrantes internacionais e nacionais, apresentação de projetos científicos e de pós-graduação e acontece dia 25 de maio 2022, on-line e gratuito, iniciando-se às 8h30 e término às 17h05. Inscrições gratuitas (não obrigatória, mas necessária se deseja certificado de participação). Link disponível nos stories. Transmissão no YouTube:https://bit.ly/3yNSgcs
Inscrições Gratuitas para Médicos e Residentes de Programas Oficiais de Infectologia e Alunos de Ligas Acadêmicas de Infectologia do Estado de São Paulo para o 13º Congresso Paulista de Infectologia
A Diretoria da Sociedade Paulista de Infectologia e a Comissão Organizadora do 13º Congresso da SPI definiram a gratuidade das inscrições para os médicos residentes de Programas Oficiais e para alunos de Ligas Acadêmicas de Infectologia das escolas médicas do estado de São Paulo. Esta medida tem o objetivo de estimular alunos e médicos em formação em doenças infecciosas a participarem de um dos maiores eventos da nossa especialidade. Para tanto, é necessária uma carta do coordenador do Programa de Infectologia ou do Docente orientador da Liga Acadêmica, atestando que o médico residente ou aluno, esteja matriculado no programa. Nesta edição de 2022, totalmente presencial, os conteúdos serão apresentados por diversos convidados internacionais e cerca de 200 nacionais, referências nas suas áreas de pesquisa, assistência e ensino. Além dos temas clássicos da especialidade, trabalharemos questões ligadas ao ensino da Infectologia na Graduação de Medicina e nos Programas de Residência Médica, temas que envolvem a fronteira do conhecimento no campo das doenças infecciosas e parasitárias, tais como: terapia gênica, anticorpos monoclonais, novas vacinas, antimicrobial stewardship e resistência microbiana no hospital e na comunidade, além da Covid-19, infecção pelo HIV/Aids, arboviroses entre outros. Serão oferecidos doze cursos pré-congresso, gratuitos para os inscritos, facilitando a participação das Ligas Acadêmicas, estudantes e programas de Residência de Infectologia. O evento contará com seis salas paralelas com grandes temas da Infectologia ao mesmo tempo. Além disso, haverá mini-conferências, apresentação de temas livres, e-pôsteres e simpósios satélites em horários pré-definidos. Proporcionaremos um encontro presencial com segurança, científico e acolhedor, para aprimorar nossos conhecimentos e trocar experiências durante quatro dias, de quarta-feira a sábado. Discutiremos os avanços a as tendências no campo da epidemiologia, patogênese, diagnóstico, prevenção e tratamento das doenças infecciosas. Esperamos por você! Diretoria da Sociedade Paulista de Infectologia
Quarta webinar da SPI aborda aspectos epidemiológicos, desafios e tratamento da candidemia
Tendências e desafios na abordagem de pacientes com candidemia: esse foi o tema abordado no último encontro do “Programa Educacional 2022: Terças-feiras com a SPI”, realizado na última terça-feira (10), pela Sociedade Paulista de Infectologia. O evento ocorreu de maneira virtual, com duração de 1 hora e trinta minutos e contou com a participação de 170 profissionais de saúde, principalmente médicos infectologistas. Além das apresentações dos convidados, foi aberto um espaço para que os participantes pudessem tirar dúvidas. Essa sessão foi coordenada pelo coordenador científico da SPI e professor da UNIFESP, Dr. Eduardo A. Medeiros. A webinar iniciou-se com o médico infectologista, professor titular da UNIFESP e pesquisador, Dr. Arnaldo Lopes Colombo, que tratou da candidíase invasiva: epidemiologia e diagnóstico, explicando sobre suas variáveis e riscos e os tipos mais documentados, além dos tratamentos propostos para esses casos. O médico apresentou os impactos da candidemia para o paciente internado e com comorbidades e comentou sobre a alta mortalidade no Brasil nos pacientes com a infecção. A segunda palestra, com temática das perspectivas no manejo clínico, foi feita pelo Dr. Marcelo Magri, da Divisão de Clínica de Moléstias Infecciosas e Parasitárias do HC-FMUSP e professor da Faculdade de Medicina do ABC. Na oportunidade, ele mostrou as modalidades de tratamento para candidemia e as estratégias para melhorar o diagnóstico e os critérios para iniciar a terapia antifúngica. Para abordar o impacto e tratamento em pacientes pediátricos, a professora Adjunta do Departamento de Pediatria da UNIFESP e chefe da CCIH do IOP-GRAAC, Dra. Fabianne Carlesse, fez importantes considerações da candidemia e destacou guias terapêuticos e estudos clínicos para este público. A íntegra das palestras está disponível AQUI. E fique ligado, nas próximas terças-feiras teremos outros encontros virtuais, sempre discutindo temas importantes relacionados à infectologia. Não esqueça de se inscrever no Congresso Paulista de Infectologia que será realizado entre os dias 22 e 25 de junho de 2022 no Centro de Convenções Frei Caneca. Será um dos maiores eventos da Infectologia nacional!
Terças-feiras com a SPI – 10/05/2022
Dr. Eduardo A. Medeiros – Dr. Arnaldo Lopes Colombo Dr. Marcelo Magri – Dra. Fabianne Carlesse Tendências e desafios na abordagem de pacientes com candidemia Coordenador: Dr. Eduardo A. Medeiros – SPI e UNIFESP Epidemiologia e desafios diagnósticos – Dr. Arnaldo Lopes Colombo – UNIFESP Perspectivas no manejo clínico de pacientes com candidemia – Dr. Marcelo Magri – HC-FMUSP Impacto e tratamento da candidemia em pacientes pediátricos – Dra. Fabianne Carlesse – GRAACC e UNIFESP
13º Congresso Paulista de Infectologia acontece em formato presencial em São Paulo
Webinar da SPI discute os desafios da comunicação na pandemia e o papel da mídia e dos infectologistas
No último dia 26 de abril aconteceu a terceira webinar do Programa Educacional 2022: “Terças-feiras com a SPI”, com o tema: “O desafio da comunicação científica na pandemia – o papel da mídia e dos infectologistas”. Na ocasião, o encontro propôs um debate entre os jornalistas Thays Freitas e Pedro Campos e os médicos infectologistas, Dr. José Ernesto Vidal e Dr. Evaldo Stanislau, ambos diretores da SPI, e contou com a participação de mais de 100 espectadores. A sessão teve início com os médicos Dr. Evaldo e José Vidal abordando as principais dificuldades na divulgação de informações sobre a covid-19. Na sequência, a diretora de jornalismo e apresentadora da Rádio Bandeirantes, Thays Freitas, pontuou os desafios na apuração das notícias e estudos, e recordou o início da pandemia. Pedro Campos, jornalista e apresentador também da Rádio e TV Bandeirantes, destacou a importância de ter boas fontes científicas e fez questão de evidenciar o aprendizado com palavras que não eram habituais do seu vocabulário, como lockdown, respiradores, saturação, entre outras. Ele pontuou também os problemas com a desinformação que agravaram a pandemia e o importante papel dos veículos de comunicação em transmitir as informações com credibilidade. “Tivemos muitos erros e acertos da imprensa”, disse Pedro ao se referir que o jornalista deve ser um bom comunicador e não aceitar “versões oficiais” sobre os fatos. Segundo ele, a obrigação dos profissionais é questionar essas atitudes, buscar experiência internacional e propor um debate amplo sobre o tema. Os médicos Dr. Evaldo e Dr. José Vidal relembraram também as polêmicas e práticas inadequadas diante da infecção pela covid-19, que repercutiram de maneira negativa na imprensa. Trouxeram ainda a evolução científica e as atuais conclusões sólidas e robustas sobre o vírus SARS-CoV-2 e os riscos de no início da pandemia de certas afirmações levianas, sem embasamento técnico e científico e, com isso expondo pessoas, o que poderia ser fatal naquele momento. Vidal ainda afirmou que as notícias falsas com automedicação, autopromoção e o contexto político que estamos inseridos trouxeram elementos negativos e confusão para a população.
Terças-feiras com a SPI – 26/04/2022
Dr. José Ernesto Vidal – Dr. Evaldo Stanislau Thays Freitas – Pedro Campos O desafio da comunicação científica na pandemia e o papel da mídia e dos infectologistas
Nota da Sociedade Paulista de Infectologia sobre a necessidade de disponibilizar tratamentos medicamentosos específicos contra SARS-CoV-2 (Covid-19)
Apesar de estarmos enfrentando o terceiro ano da pandemia que resultou em milhões de casos de Covid-19 e centenas de milhares de óbitos no Brasil, ainda não contamos com medicamentos específicos contra o SARS-CoV-2, disponível no Sistema Único da Saúde, para o tratamento de casos graves e em grupos populacionais específicos que poderão serbeneficiados com a redução de mortes e internações. Diretrizes nacionais são fundamentais para o uso correto de recursos e têm importante impacto na qualidade do atendimento, morbidade e letalidade dos pacientes com doenças infecciosas, especialmente durante pandemias. Adicionalmente, as diretrizes nacionais e disponibilização de medicamentos com eficácia comprovada para Covid-19 em grupos específicos, têm uma função pedagógica nos médicos, nos meios de comunicação e na população em geral, uma vez que norteiam o uso racional de medicamentos e contribuem para evitar o uso desnecessário de outros produtos sem eficácia comprovada. A partir de segunda-feira, 18/04/2022, estará disponível durante 10 (dez) dias, a consulta pública SCTIE/MS Nº 22, de 13 de abril de 2022, a respeito da recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde – Conitec, relativa à proposta de incorporação do medicamento nirmatrelvir/ritonavir para pacientes infectadospor SARS-CoV-2 não hospitalizados, com alto risco para progressão da doença. A documentação está disponível no endereço eletrônico para envio de contribuições: http://conitec.gov.br/index.php/consultaspublicas. Todas as pessoas podem enviar individualmente seu posicionamento. A Sociedade Paulista de Infectologia se posiciona favorável a incorporação do medicamento nirmatrelvir/ritonavir com indicação para pacientes com Covid-19 leve à moderada, não hospitalizados, que apresentam alto risco para agravamento da doença, com administração em até 5 dias desde início dos sintomas. Estamos de acordo com a recomendação da Conitec, onde os membros do Plenário, presentes na 9ª Reunião Extraordinária, realizada no dia 12 de abril de 2022, deliberaram que a matéria fosse disponibilizada em consulta pública com recomendação preliminar favorável à incorporação de nirmatrelvir/ritonavir para o tratamento da Covid-19 em pacientes imunocomprometidos ? 18 anos e pacientes com idade ? 65 anos, que não requerem oxigênio suplementar e apresentam risco aumentado de progressão para forma grave da doença, independente do status vacinal. Dentre as justificativas para a recomendação, considerou-se a medicação custo-efetiva e que, de acordo com uma moderada certeza de evidência, resulta em redução de taxa de eventos de hospitalização e morte por qualquer causa. Apesar dos avanços da vacinação no Brasil, as novas variantes e as evidências sobre a redução da resposta vacinal em idosos e imunodeprimidos, destacam-se a importância da disponibilidade de alternativas terapêuticas para essas populações. Da mesma forma, a diretoria da Sociedade Paulista de Infectologia é favorável a incorporação de novos medicamentos com eficácia demonstrada por estudos científicos e aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para compor o esquema terapêutico da Covid-19 em pacientes que apresentam risco aumentado de progressão para doença grave. Novos medicamentos estão em estágio avançado de estudos clínicos e incluem ação antiviral específica como o molnupiravir e o remdesivir e anticorpos monoclonais como o bebtelovimab e amubarvimab associado a romlusevimab. Diretoria da Sociedade Paulista de Infectologia
Veja Saúde – Sem terceira dose, população começa a ficar desprotegida contra a Covid-19. Leia aqui:
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