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Jornal da Record – Varíola dos macacos. Assista aqui:

Notícias,  SPI na mídia
junho 25, 2022 / 0 Comentários
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Terra – Varíola dos macacos: entenda o risco de transmissão e como se proteger. Leia aqui:

Notícias,  SPI na mídia
junho 14, 2022 / 0 Comentários
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Convocação de Assembleia Geral Ordinária no dia 23 de junho

Eventos,  Notícias

A SOCIEDADE PAULISTA DE INFECTOLOGIA (SPI) comunica a realização da Assembleia Geral Ordinária (AGO), a realizar-se durante o 13º Congresso Paulista de Infectologia em São Paulo, no dia 23 de junho de 2022, às 18h00. Endereço: Centro de Convenções Frei Caneca (5º pavimento)Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo (SP). Pauta:1) Prestação de contas 2021/2022;2) Balanço Patrimonial e Demonstração dos Resultados de 2021;3) Balanço parcial do 13º Congresso Paulista de Infectologia;4) Assuntos gerais.Para mais informações: contato@infectologiapaulista.org.br ou (11) 5083-1995

junho 13, 2022 / 0 Comentários
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Varíola dos macacos: O que é e qual o risco de transmissão?

Notícias

Eduardo Alexandrino Servolo de Medeiros – Unifesp e Diretor da SPISilvia Figueiredo Costa – FMUSP e Diretora da SPI O que é a varíola dos macacos? A varíola dos macacos (monkeypox ou varíola símia) é uma zoonose viral (o vírus é transmitido aos seres humanos a partir de animais) causada por um vírus da família Poxviridae (vírus de DNA de fita dupla). O vírus foi descoberto em 1958 em macacos e em 1970 foi descrito o primeiro caso humano na República Democrática do Congo, África. O vírus é do mesmo gênero da varíola humana. Em 1980, a varíola humana foi considerada erradicada pela Organização Mundial da Saúde. Por esta razão, a varíola dos macacos tem chamado tanto a atenção, pelo medo do ressurgimento da varíola, mesmo por um vírus com características diferentes. A varíola dos macacos é uma doença endêmica em regiões de floresta da África Central e Ocidental. O surgimento de diversos casos na Europa e nos Estados Unidos da América tem sido um alerta para novos surtos comunitários entre humanos em diversas regiões do mundo. Apesar do nome, os macacos não são reservatórios do vírus, provavelmente o principal reservatório são roedores que habitam a África Central e Ocidental. Em 2003, nos Estados Unidos, ocorreu um surto de varíola do macaco quando roedores infectados, importados da África como animais de estimação, disseminaram o vírus para cães de estimação que, então, infectaram pessoas. Essa epidemia teve 35 casos confirmados, 13 prováveis e 22 suspeitos em 6 estados, mas não houve mortes. O primeiro caso confirmado da doença no Brasil foi reportado em São Paulo no dia 9 de junho de 2022, com a identificação do material genético do vírus por meio de metagenômica.  Quais os sintomas da doença? A doença tem um período de incubação de 5 a 21 dias. O paciente inicia com febre, calafrios, mal-estar, dor de cabeça, mialgias e aumento de gânglios (linfadenopatia), isto é, o pródromo é semelhante a outras doenças infecciosas. A seguir, lesões na pele semelhantes a catapora, porém com a diferença que as lesões da varíola dos macacos evoluem no mesmo estágio. Inicia com uma mancha vermelha que evolui para pápula, vesícula, pústula e crosta. Na maior parte dos casos, começa no rosto e se espalha pelo corpo. A taxa de letalidade é inferior a 10%.Importante sempre investigar a epidemiologia, viagens para regiões endêmicas como para a África Ocidental ou Central ou para países, principalmente da Europa e dos EUA, que têm tido surtos da varíola dos macacos. Até o momento, não há descrição de casos autóctones no Brasil.A OMS descreve quadros diferentes de sintomas para casos suspeitos, prováveis e confirmados.Caso suspeito: qualquer pessoa, de qualquer idade, que apresente pústulas na pele de forma aguda e inexplicável e esteja em um país onde a varíola dos macacos não é endêmica. Se este quadro for acompanhado por dor de cabeça, início de febre acima de 38,5°C, aumento dos linfonodos, dores musculares e no corpo, dor nas costas e fraqueza profunda, é necessário fazer exame para confirmar ou descartar a doença.Casos prováveis: incluem sintomas semelhantes aos dos casos suspeitos, como contato físico pele a pele ou com lesões na pele, contato sexual ou com materiais contaminados 21 dias antes do início dos sintomas. Soma-se a isso, histórico de viagens para um país endêmico ou ter tido contato próximo com possíveis infectados no mesmo período e/ou ter resultado positivo para um teste sorológico de orthopoxvirus na ausência de vacinação contra varíola ou outra exposição conhecida ao vírus.Casos confirmados: ocorrem quando há confirmação laboratorial para o vírus da varíola dos macacos por meio do exame PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) em tempo real e/ou sequenciamento. Casos suspeitos, prováveis e contatos de caso provável devem ser notificados imediatamente (até 24h) através do link:https://cevesp.saude.sp.gov.br/notifica/monkeypoxE-mail: notifica@saude.sp.gov.brTelefone: 08000-555466A confirmação diagnóstica se dá por testes moleculares (PCR) ou sequenciamento que detectam sequências específicas do vírus em amostras do paciente. Há risco de contaminação do colhedor, por isso deve haver cuidado ao se obter essas amostras e as mesmas devem ser transportadas em recipiente lacrado e desinfectado na parte externa.Em caso de dúvida sobre a coleta de material: Laboratório Central de Saúde Pública de São Paulo/Instituto Adolfo Lutz – (LACEN/IAL-SP). Endereço: Av. Dr. Arnaldo, nº355, Bairro Cerqueira Cesar, São Paulo/SP CEP: 01.246-902 Telefone: (11) 3068-3088/3041 Geral: (11) 3068-2802/2801/2977E-mail:expedientedg@ial.sp.gov.br ou diretoria_geral@ial.sp.gov.br Como ocorre o contágio?O vírus entra no corpo humano através das vias respiratórias, por pequenas gotas eliminadas pela fala, tosse e espirro pela pessoa doente e podem ser inaladas pelo indivíduo susceptível, por contato com lesões ativas ou membranas mucosas. Pode ser transmitida por mordida ou arranhão de um animal doente ou mesmo no preparo de um animal selvagem para alimentação (caça). Entre pessoas, o indivíduo precisa estar próximo da pessoa doente, menos de 2 metros, para ser contaminada. A transmissão por aerossóis (gotículas no ambiente) não parece ser importante na transmissão. No surto atual, a transmissão sexual também tem sido identificada. A vacina contra a varíola comum também protege contra a varíola dos macacos?Sim, estudos em surtos previamente descritos, a vacinação para a varíola protege em 85% dos casos. Segundo a OMS pessoas com 50 anos ou menos podem estar mais suscetíveis já que as campanhas de vacinação contra a varíola foram interrompidas pelo mundo quando a doença foi erradicada em 1980. Como podemos nos prevenir?Medidas como higienização adequada das mãos antes e após o contato com um caso suspeito ou confirmado e uso de máscara, isolamento de contato e gotículas são muito mportantes. Evite o contato pele a pele sempre que possível e use luvas descartáveis se tiver qualquer contato direto com lesões. Use máscara ao manusear roupas ou roupas de cama caso a pessoa infectada não possa fazê-lo sozinha. Todo o paciente suspeito deve ser isolado na suspeita da infecção. No cenário atual, onde tem sido identificado diversos casos no mundo, é muito importante o rastreamento de contatos e isolamento dos contatos próximos, como domiciliares, por 21 dias (tempo máximo do período de incubação). Cuidado com as roupas que podem ser veículos de transmissão. Estas devem ser

junho 13, 2022 / 0 Comentários
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Webinar da SPI aborda pneumonias adquiridas na comunidade

Eventos,  Notícias

As pneumonias adquiridas na comunidade (PAC) são um desafio para os médicos, especialmente aqueles que trabalham em serviços de emergência. As PACs estão entre as principais causas de internação e mortes por infecção. Por isso, o quinto encontro do “Programa Educacional 2022: Terças-feiras com a SPI”, realizado pela Sociedade Paulista de Infectologia, trouxe a discussão de um caso clínico e atualização no diagnóstico e no tratamento baseados nos principais guias atuais das sociedades científicas.  O evento, promovido em formato virtual, ocorreu na última terça-feira (24), com duração de 1 hora e trinta minutos e contou com a participação de 200 espectadores. A sessão foi coordenada pelo coordenador científico da SPI, Dr. Eduardo A. Medeiros (UNIFESP) e pelo médico infectologista do Instituto Emílio Ribas, Dr. Jamal Suleiman. E, como em todos os encontros, após as palestras, os convidados também ficaram disponíveis para tirar dúvidas dos participantes.  A webinar iniciou-se com o médico residente de infectologia do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, Dr. Giap Passos, que apresentou um caso clínico de um paciente com comorbidades, em um quadro de tosse e febre por 4 dias, que evoluiu para uma insuficiência respiratória aguda e choque séptico.   O Dr. Giap também falou sobre os métodos diagnósticos utilizados, em que foi abordado o tratamento empírico para pneumonias comunitárias graves. O paciente evoluiu para uma insuficiência respiratória secundário a pneumonia adquirida na comunidade.  Os coordenadores Dr. Eduardo e Jamal comentaram o caso e abriram para uma discussão dos demais participantes sobre os protocolos a que ele foi submetido, além das condutas e tratamentos.  A segunda palestra foi conduzida pela médica infectologista do Instituto Emílio Ribas, Dra. Claudia Figueiredo Mello, que trouxe os desafios, manifestações clínicas e o tratamento. A especialista também expôs dados no Brasil sobre a doença, falou sobre os principais biomarcadores PCR e PCT e orientou sobre os protocolos para os pacientes com casos moderados e graves.   As palestras completas estão disponíveis AQUI.  Nas próximas terças-feiras, haverá outros encontros virtuais do “Programa Educacional 2022: Terças-feiras com a SPI”, sempre abordando temas relevantes da área da Infectologia. Fique ligado!

maio 27, 2022 / 0 Comentários
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Terças-feiras com a SPI – 24/05/2022

Notícias,  Webinars 2022

 Dr. Eduardo A. Medeiros – Dr. Jamal Suleiman Dr. Giap Passos Figueiredo Pereira Gomes – Dra. Cláudia Figueiredo Mello Manejo da pneumonia adquirida na comunidade Coordenadores: Dr. Eduardo A. Medeiros e Dr. Jamal Suleiman Apresentador do caso clínico:Giap Passos Figueiredo Pereira GomesMédico residente de infectologia do Instituto de Infectologia Emílio Ribas Complementação:Claudia Figueiredo MelloMédica infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas

maio 24, 2022 / 0 Comentários
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Nota de falecimento

Notícias

A Sociedade Paulista de Infectologia (SPI) informa com grande pesar que, no dia de hoje, 24/05/22, houve o falecimento de Victória Jahara, mãe da médica infectologista, Dra. Thaís Guimarães, que residem na cidade de Santos, em São Paulo. O velório acontece hoje, das 14h às 16h30, no Cemitério São Pedro e depois seguirá para o Crematório da Vila Alpina, ambos em São Paulo, capital. Nossas afetuosas condolências aos familiares e amigos. Diretoria da Sociedade Paulista de Infectologia

maio 24, 2022 / 0 Comentários
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XI Jornada Científica Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias – Medicina USP

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O Departamento e a Divisão de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da FMUSP convidam para a XI Jornada Científica. Serão abordados diversos tópicos em Doenças Infecciosas e em Pesquisa. O evento contará com palestrantes internacionais e nacionais, apresentação de projetos científicos e de pós-graduação e acontece dia 25 de maio 2022, on-line e gratuito, iniciando-se às 8h30 e término às 17h05. Inscrições gratuitas (não obrigatória, mas necessária se deseja certificado de participação). Link disponível nos stories. Transmissão no YouTube:https://bit.ly/3yNSgcs

maio 21, 2022 / 0 Comentários
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Inscrições Gratuitas para Médicos e Residentes de Programas Oficiais de Infectologia e Alunos de Ligas Acadêmicas de Infectologia do Estado de São Paulo para o 13º Congresso Paulista de Infectologia

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A Diretoria da Sociedade Paulista de Infectologia e a Comissão Organizadora do 13º Congresso da SPI definiram a gratuidade das inscrições para os médicos residentes de Programas Oficiais e para alunos de Ligas Acadêmicas de Infectologia das escolas médicas do estado de São Paulo. Esta medida tem o objetivo de estimular alunos e médicos em formação em doenças infecciosas a participarem de um dos maiores eventos da nossa especialidade. Para tanto, é necessária uma carta do coordenador do Programa de Infectologia ou do Docente orientador da Liga Acadêmica, atestando que o médico residente ou aluno, esteja matriculado no programa. Nesta edição de 2022, totalmente presencial, os conteúdos serão apresentados por diversos convidados internacionais e cerca de 200 nacionais, referências nas suas áreas de pesquisa, assistência e ensino. Além dos temas clássicos da especialidade, trabalharemos questões ligadas ao ensino da Infectologia na Graduação de Medicina e nos Programas de Residência Médica, temas que envolvem a fronteira do conhecimento no campo das doenças infecciosas e parasitárias, tais como: terapia gênica, anticorpos monoclonais, novas vacinas, antimicrobial stewardship e resistência microbiana no hospital e na comunidade, além da Covid-19, infecção pelo HIV/Aids, arboviroses entre outros. Serão oferecidos doze cursos pré-congresso, gratuitos para os inscritos, facilitando a participação das Ligas Acadêmicas, estudantes e programas de Residência de Infectologia. O evento contará com seis salas paralelas com grandes temas da Infectologia ao mesmo tempo. Além disso, haverá mini-conferências, apresentação de temas livres, e-pôsteres e simpósios satélites em horários pré-definidos. Proporcionaremos um encontro presencial com segurança, científico e acolhedor, para aprimorar nossos conhecimentos e trocar experiências durante quatro dias, de quarta-feira a sábado. Discutiremos os avanços a as tendências no campo da epidemiologia, patogênese, diagnóstico, prevenção e tratamento das doenças infecciosas. Esperamos por você! Diretoria da Sociedade Paulista de Infectologia

maio 18, 2022 / 0 Comentários
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Quarta webinar da SPI aborda aspectos epidemiológicos, desafios e tratamento da candidemia

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Tendências e desafios na abordagem de pacientes com candidemia: esse foi o tema abordado no último encontro do “Programa Educacional 2022: Terças-feiras com a SPI”, realizado na última terça-feira (10), pela Sociedade Paulista de Infectologia. O evento ocorreu de maneira virtual, com duração de 1 hora e trinta minutos e contou com a participação de 170 profissionais de saúde, principalmente médicos infectologistas. Além das apresentações dos convidados, foi aberto um espaço para que os participantes pudessem tirar dúvidas. Essa sessão foi coordenada pelo coordenador científico da SPI e professor da UNIFESP, Dr. Eduardo A. Medeiros.   A webinar iniciou-se com o médico infectologista, professor titular da UNIFESP e pesquisador, Dr. Arnaldo Lopes Colombo, que tratou da candidíase invasiva: epidemiologia e diagnóstico, explicando sobre suas variáveis e riscos e os tipos mais documentados, além dos tratamentos propostos para esses casos. O médico apresentou os impactos da candidemia para o paciente internado e com comorbidades e comentou sobre a alta mortalidade no Brasil nos pacientes com a infecção. A segunda palestra, com temática das perspectivas no manejo clínico, foi feita pelo Dr. Marcelo Magri, da Divisão de Clínica de Moléstias Infecciosas e Parasitárias do HC-FMUSP e professor da Faculdade de Medicina do ABC. Na oportunidade, ele mostrou as modalidades de tratamento para candidemia e as estratégias para melhorar o diagnóstico e os critérios para iniciar a terapia antifúngica.  Para abordar o impacto e tratamento em pacientes pediátricos, a professora Adjunta do Departamento de Pediatria da UNIFESP e chefe da CCIH do IOP-GRAAC, Dra. Fabianne Carlesse, fez importantes considerações da candidemia e destacou guias terapêuticos e estudos clínicos para este público. A íntegra das palestras está disponível AQUI.  E fique ligado, nas próximas terças-feiras teremos outros encontros virtuais, sempre discutindo temas importantes relacionados à infectologia.  Não esqueça de se inscrever no Congresso Paulista de Infectologia que será realizado entre os dias 22 e 25 de junho de 2022 no Centro de Convenções Frei Caneca. Será um dos maiores eventos da Infectologia nacional! 

maio 12, 2022 / 0 Comentários
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