Prezado(a) colega, Estamos iniciando o Processo Eleitoral da Sociedade Paulista de Infectologia (SPI) para definição da Diretoria Biênio 2023-2024. Desta forma, segue abaixo o Cronograma Eleitoral, conforme determina o Estatuto Social – capítulo VII (artigos 33 a 39). Todos os componentes das chapas deverão estar adimplentes com a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). Clique AQUI para conferir o edital completo. Atenciosamente, COMISSÃO ELEITORAL Dr. Marcos Antonio Cyrillo – PresidenteDr. Mario Peribanez GonzalezDr. Ralcyon Francis Azevedo Teixeira
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8ª Webinar da SPI aborda Profilaxia Pré-Exposição contra a infecção pelo HIV
Dando seguimento ao Programa Educacional 2022: “Terças-feiras com a SPI”, o tema escolhido pelos especialistas desta vez foi a Profilaxia Pré-Exposição contra a infecção pelo HIV. Tivemos a participação de pessoas de outros estados, como Rio de Janeiro e Espírito Santo, tornando o evento um enorme sucesso. Quem deu início às palestras foi a Dra. Denize Lotufo, médica infectologista da Gerência da Assistência da Coordenação Estadual de IST/Aids de SP, que explicou sobre o novo protocolo de PrEP, que saiu esse ano. Ela destacou as principais mudanças e os dados do Ministério da Saúde que os médicos proporcionam e possibilitam um resultado efetivo de quantas pessoas fazem uso em São Paulo e no país. Além disso, a Dra. Denize citou estudos e transcorreu o assunto indicando o conceito atual que é “para quem precisa”, além da posologia do medicamento sob demanda, contraindicações e efeitos adversos. Na segunda palestra da noite, o Dr. Alexandre Grangeiro, pesquisador científico da Faculdade de Medicina USP, abordou os desafios do uso em adolescentes, telePrEP e diário sob demanda. “Não tenho mais dúvida que ampliar a cobertura de PrEP é uma urgência. Nesses 40 anos de epidemia de HIV, ela tem se mostrado o método preventivo que mais tem impacto nas taxas de incidência, reduzindo-as sensivelmente e hoje também diria que PrEP deveria ser a primeira escolha do ponto de vista da prevenção para qualquer pessoa que tenha um risco aumentado de infecção, ele tem muitas vantagens em relação aos demais métodos”, esclarece o médico. Dr. Alexandre comentou sobre os estudos que têm desenvolvido ao longo dos anos sobre o tema e os riscos nos adolescentes, chegando a 8,8% após o 6ª ano de casos de infecção pelo HIV. A seguir, o Dr. Paulo Abrão, Professor Adjunto da Disciplina de Infectologia Escola Paulista de Medicina – Unifesp, ministrou sobre a PrEP com antirretrovirais de longa ação, citando estudos com novas formas e estratégias de prevenção. Após as palestras, foi aberto um espaço para perguntas dos participantes sobre o tema. Assista às webinars clicando AQUI.
Terças-feiras com a SPI – 08/11/2022
Dra. Denize Lotufo – Dr. Alexandre Grangeiro Dr. Paulo Roberto Abrão Ferreira Profilaxia pré-exposição contra a infecção pelo HIV Dr. Paulo Roberto Abrão Ferreira Prof. Adjunto da Disciplina de Infectologia – Escola Paulista de Medicina (UNIFESP) Palestra: PrEP com antirretrovirais de longa ação Dra. Denize Lotufo Infectologista da Gerência da Assistência da Coordenação Estadual de IST/Aids de SP Palestra: Novo PCDT de PrEP: simplificando para aumentar a prevenção Dr. Alexandre Grangeiro Pesquisador Científico – Faculdade de Medicina USP Palestra: Desafios atuais na PrEP: adolescentes, PrEP sob demanda e telessaúde
Webinar da SPI discute diagnóstico e tratamento de tuberculose
No último dia 20 de setembro aconteceu mais uma webinar no Programa Educacional 2022: “Terças-feiras com a SPI”, com o tema: “Tuberculose droga resistente em 2022”. O encontro propôs um debate entre o Prof. Dr. Valdes Bollela (Associado da FMRP-USP) e Dra. Denise Rodrigues (Médica infectologista no Instituto Clemente Ferreira), sob a coordenação da Profa. Dra. Mariângela Resende (Associada de Infectologia da FCM-Unicamp) e do Prof. Dr. Paulo Abrão (Professor Adjunto da Disciplina de Infectologia da Escola Paulista de Medicina Unifesp). A sessão teve início com Dr. Paulo Abrão apresentando o boletim epidemiológico, com índice de contaminação e parte da população mais exposta à doença. Na sequência, Dr. Valdes Bollela contou sobre os métodos que estão disponíveis para fazer o diagnóstico da tuberculose, como avaliação clínica e epidemiológica, exames de imagem, microbiológicos (Baciloscopia, Cultura e TSD) e moleculares (NAAT, Line Probe Assay, NGS). O médico citou que, no geral, a contaminação tem caído, porém, essa não é a realidade na população carcerária, que acaba trazendo a tuberculose para a sociedade. A segunda parte do evento foi dedicada aos tratamentos da doença, com a apresentação da Dra. Denise Rodrigues. Na oportunidade, ela contou como a ciência começou a desenvolver as medicações para combater a tuberculose e deu destaque para o alvo em comum dos medicamentos disponíveis no mercado, que é a atuação na parede bacteriana. A especialista destacou ainda que o tratamento para ter sucesso precisa ter medicação adequada, doses corretas por tempo suficiente e adesão do paciente ao tratamento. Falou também sobre os grupos de medicamentos e esquema de tratamento. Ao final das aulas, os convidados puderam responder às dúvidas dos participantes. A webinar completa está disponível AQUI. O próximo encontro virtual está marcado para o dia 04 de outubro. Acompanhe para mais informações.
Estudo das características clínicas e epidemiológicas das hepatites virais agudas
Doutor (a), fique atento aos critérios de elegibilidade para este estudo e encaminhe seu paciente ?18 anos para a instituição participante. Sintomático Ictérico: Icterícia há menos de 30 dias e na investigação laboratorial apresenta valor aumentado das aminotransferases (? à 1,5x o limite superior da normalidade); com ou sem sintomas como febre, mal-estar, náuseas, vômitos, mialgia, colúria e acolia fecal; Sintomático Anictérico: Sem icterícia, que apresente um ou mais sintomas como febre, mal-estar, náusea, vômitos, mialgia e na investigação laboratorial apresente valor aumentado das aminotransferases (? à 1,5x o limite superior da normalidade); Assintomático Anictérico: Sem icterícia e sem sintomas, mas com aumento súbito de aminotransferases (? à 1,5x o limite superior da normalidade).O principal benefício para o paciente e para o médico é o recurso diagnóstico, que conta com um viroma de “ademo a zika” para vírus hepatotrópico.A inscrição deve ser feita até o dia 31 de dezembro nos seguintes centros: – Emílio Ribas (https://redcap.link/HEPV_SP_ER)– UNIFESP (https://redcap.link/HEPV_SP_ER)– Hospital das Clínicas de SP (https://redcap.link/HEPV_SP_HC)– CRT – DST/ Aids SP (https://redcap.link/HEPV_SP_CRT)– Faculdade de Medicina do ABC (https://redcap.link/HEPV_SP_ABC)– Polo de Hepatites do IASERJ (https://redcap.link/HEPV_RJ)
Webinar da SPI aborda Infecções de pele e partes moles e seus diagnósticos diferenciais
Aconteceu na última terça-feira (04 de outubro) mais um encontro do “Programa Educacional 2022: Terças-feiras com a SPI”. Realizado pela Sociedade Paulista de Infectologia e o tema abordado no encontro foi “Infecções de pele e partes moles e seus diagnósticos diferenciais”. A webinar iniciou-se com o médico infectologista, professor da Unifesp e Diretor Científico da SPI, Dr. Eduardo Medeiros, apresentando os convidados. Na sequência, o infectologista Dr. Mauro José Costa Salles (Unifesp e Santa Casa de São Paulo) abriu a apresentação explicando que existe uma dificuldade de coletar dados epidemiológicos nacionais, mas que, mesmo assim, tirando a pandemia, as infecções de pele e partes moles estão entre as doenças que mais leva o indivíduo a internação hospitalar. O especialista destacou ainda os fatores de risco que estão ligados a comorbidades dos doentes, como: diabetes, doença vascular periférica, entre outras. Ainda durante a apresentação, o Dr. Mauro José Costa Salles explicou sobre as classificações das infecções, sobre a dificuldade de diagnóstico e ressaltou que é preciso pensar na anatomia, epidemiologia, microbiologia e fisiopatologia para que seja possível estabelecer a melhor maneira de tratamento e diagnóstico. A segunda parte do encontro foi dedicada à apresentação da médica dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Dra. Juliana Nakano. A especialista iniciou a apresentação falando sobre psoríase pustulosa generalizada, suas formas e associações. As dermatoses neutrofílicas também ganharam espaço na aula, assim como doenças bolhosas (genodermatoses, doenças bolhosas auto-imunes e reações medicamentosas). Ao final das aulas, os convidados puderam responder às dúvidas dos participantes. A webinar completa está disponível AQUI
Terças-feiras com a SPI – 04/10/2022
Dr. Eduardo Medeiros Dr. Mauro José Costa Salles – Dra. Juliana Nakano Infecções de pele e partes moles e seus diagnósticos diferenciais Coordenador: Dr. Eduardo Medeiros – Unifesp e Diretor Científico da SPI Palestrantes: Dr. Mauro José Costa SallesInfectologista – Unifesp e Santa Casa de São Paulo Dra. Juliana NakanoMédica Dermatologista – Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia