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Duração das precauções de contato para patógenos MDR

Duração das precauções de contato para patógenos MDR

As práticas de precauções e isolamento são utilizadas há muitos anos como uma estratégia para a prevenção e controle de doenças transmissíveis. Historicamente, o destaque é dado às barreiras mecânicas, químicas e ambientais com o intuito de interromper a cadeia epidemiológica no ambiente hospitalar. É consenso que as precauções de contato devem ser implementadas para indivíduos colonizados ou infectados por agentes multirresistentes, como objetivo de prevenir a transmissão por contato direto ou indireto com o paciente ou o ambiente do paciente. Porém, a duração das precauções é questão controversa e mal definida, pois a colonização pode permanecer por período de tempo prolongado. Este e outros assuntos você poderá conferir no 11º Congresso Paulista de Infectologia.

100 anos da Gripe Espanhola

100 anos da Gripe Espanhola

A gripe espanhola, pandemia mais letal da história, completa 100 anos em2018. Ela surgiu em plena Primeira Guerra Mundial (1914-18) e calcula-se que tenha morrido entre 50 milhões e 100 milhões de pessoas, número que correspondia a 5% da população mundial na época. O vírus responsável pela doença, H1N1, já reapareceu em outras ocasiões, mas em nenhuma delas causou tantas mortes. Um século depois, se a humanidade corre algum risco de enfrentar uma nova pandemia como aquela, o vírus da Influenza continua sendo o principal candidato. Hoje, temos muito mais recursos na medicina para lidar com uma situação dessas do que em 1918, mas temos uma população muito maior, viajamos mais e temos megacidades, onde um vírus desse tipo se transmite em velocidade alucinante. Venha conhecer a dinâmica da transmissão deste e de outros vírus no 11º Congresso Paulista de Infectologia.

Sepse: Impacto mundial e os desafios para redução da mortalidade

Sepse: Impacto mundial e os desafios para redução da mortalidade

Estimativas apontam a existência de aproximadamente 600 mil novos casos de sepse anualmente no Brasil. Infelizmente, o número atual de casos de sepse no Brasil não é conhecido, porém os dados nacionais disponíveis apontam para uma elevada letalidade, principalmente em hospitais públicos vinculados ao Sistema Único de Saúde. Isso, por si só, justifica o planejamento de ações voltadas à redução dessa mortalidade, tratando-se de um grave desafio para a saúde pública. Venha discutir e debater informações sobre esse e outros assuntos no 11º Congresso Paulista de Infectologia.

Doenças que mudaram a história da humanidade

Doenças que mudaram a história da humanidade

Quantas vezes você já viu pessoas mudando o mundo com descobertas magníficas ou simplesmente tecnologias que mudaram as nossas vidas, como os celulares e a internet? Mas você sabia que algumas patologias já fizeram grandes mudanças no mundo em que vivemos? Venha conhecer as doenças que mudaram a história da humanidade e participar do lançamento do livro de mesmo nome durante o 11º Congresso Paulista de Infectologia!

Epidemias das infecções relacionadas com a assistência à saúde (IRAS) no Brasil

Epidemias das infecções relacionadas com a assistência à saúde (IRAS) no Brasil

Centenas de milhões de indivíduos são afetados pelas IRAS a cada ano em todo o mundo, levando a uma mortalidade muito significativa e a enormes perdas financeiras para os sistemas de saúde. De cada 100 pacientes hospitalizados, sete em países desenvolvidos e 10 em países em desenvolvimento irão adquirir pelo menos uma IRAS (WHO, 2014). Embora a notificação compulsória em âmbito nacional se refira a alguns indicadores, a notificação de surtos ainda é um problema desafiador, pois não temos a real dimensão do problema. Venha conhecer toda a magnitude deste cenário no 11º Congresso Paulista de Infectologia.

Re-emergência da febre amarela no Brasil

Re-emergência da febre amarela no Brasil

De tempos em tempos, a febre amarela silvestre (FA) reemerge no Brasil, produzindo surtos de magnitude e extensão variáveis. O ano de 2018 começou, na saúde pública, com as atenções voltadas para a doença, com muitos casos e muitas mortes que ocorreram. Diante da gravidade do quadro, profissionais de saúde de todo o país, das mais diversas especialidades, se mobilizaram para atuar na prevenção e no combate à febre amarela. A epidemiologia, os corredores ecológicos, a vigilância de primatas e toda estratégia de vacinação serão discutidas no 11º Congresso Paulista de Infectologia.

O uso da PK/PD no tratamento antimicrobiano de pacientes críticos: Da teoria à beira do leito

O uso da PK/PD no tratamento antimicrobiano de pacientes críticos: Da teoria à beira do leito

Nos últimos anos, têm-se observado um aumento constante na utilização da relação farmacocinética (PK) e farmacodinâmica (PD) das drogas antimicrobianas. Os índices PK/PD e suas expressões têm sido amplamente utilizados para garantir uma melhor eficácia destes fármacos, bem como diminuir a toxicidade. A formulação de modelos PK/PD não fica somente na teoria: estão na beira do leito para favorecer a melhor utilização dos antimicrobianos. Venha conferir como isso acontece no 11º Congresso Paulista de Infectologia.

 

Quem Somos

A Sociedade Paulista de Infectologia (SPI) foi criada em 1994 e teve como primeiro presidente o infectologista Dr. Roberto Focaccia, que conseguiu reunir representantes das Faculdades de Medicina do Estado, de Hospitais Universitários e de grandes hospitais com Serviços de Infectologia. A prioridade estabelecida a partir desta data foi a de impulsionar a realização de eventos científicos... leia mais