Inscrições com DESCONTO

Inscrições com DESCONTO

O último prazo de inscrições com desconto vai até 01.10.18 Garanta já a sua participação no congresso.

Cursos Pré-Congresso

Cursos Pré-Congresso

Garanta já a sua participação nos cursos. Vagas LIMITADAS!

Duração das precauções de contato para patógenos MDR

Duração das precauções de contato para patógenos MDR

As práticas de precauções e isolamento são utilizadas há muitos anos como uma estratégia para a prevenção e controle de doenças transmissíveis. Historicamente, o destaque é dado às barreiras mecânicas, químicas e ambientais com o intuito de interromper a cadeia epidemiológica no ambiente hospitalar. É consenso que as precauções de contato devem ser implementadas para indivíduos colonizados ou infectados por agentes multirresistentes, como objetivo de prevenir a transmissão por contato direto ou indireto com o paciente ou o ambiente do paciente. Porém, a duração das precauções é questão controversa e mal definida, pois a colonização pode permanecer por período de tempo prolongado. Este e outros assuntos você poderá conferir no 11º Congresso Paulista de Infectologia.

100 anos da Gripe Espanhola

100 anos da Gripe Espanhola

A gripe espanhola, pandemia mais letal da história, completa 100 anos em2018. Ela surgiu em plena Primeira Guerra Mundial (1914-18) e calcula-se que tenha morrido entre 50 milhões e 100 milhões de pessoas, número que correspondia a 5% da população mundial na época. O vírus responsável pela doença, H1N1, já reapareceu em outras ocasiões, mas em nenhuma delas causou tantas mortes. Um século depois, se a humanidade corre algum risco de enfrentar uma nova pandemia como aquela, o vírus da Influenza continua sendo o principal candidato. Hoje, temos muito mais recursos na medicina para lidar com uma situação dessas do que em 1918, mas temos uma população muito maior, viajamos mais e temos megacidades, onde um vírus desse tipo se transmite em velocidade alucinante. Venha conhecer a dinâmica da transmissão deste e de outros vírus no 11º Congresso Paulista de Infectologia.

Sepse: Impacto mundial e os desafios para redução da mortalidade

Sepse: Impacto mundial e os desafios para redução da mortalidade

Estimativas apontam a existência de aproximadamente 600 mil novos casos de sepse anualmente no Brasil. Infelizmente, o número atual de casos de sepse no Brasil não é conhecido, porém os dados nacionais disponíveis apontam para uma elevada letalidade, principalmente em hospitais públicos vinculados ao Sistema Único de Saúde. Isso, por si só, justifica o planejamento de ações voltadas à redução dessa mortalidade, tratando-se de um grave desafio para a saúde pública. Venha discutir e debater informações sobre esse e outros assuntos no 11º Congresso Paulista de Infectologia.

Doenças que mudaram a história da humanidade

Doenças que mudaram a história da humanidade

Quantas vezes você já viu pessoas mudando o mundo com descobertas magníficas ou simplesmente tecnologias que mudaram as nossas vidas, como os celulares e a internet? Mas você sabia que algumas patologias já fizeram grandes mudanças no mundo em que vivemos? Venha conhecer as doenças que mudaram a história da humanidade e participar do lançamento do livro de mesmo nome durante o 11º Congresso Paulista de Infectologia!

Epidemias das infecções relacionadas com a assistência à saúde (IRAS) no Brasil

Epidemias das infecções relacionadas com a assistência à saúde (IRAS) no Brasil

Centenas de milhões de indivíduos são afetados pelas IRAS a cada ano em todo o mundo, levando a uma mortalidade muito significativa e a enormes perdas financeiras para os sistemas de saúde. De cada 100 pacientes hospitalizados, sete em países desenvolvidos e 10 em países em desenvolvimento irão adquirir pelo menos uma IRAS (WHO, 2014). Embora a notificação compulsória em âmbito nacional se refira a alguns indicadores, a notificação de surtos ainda é um problema desafiador, pois não temos a real dimensão do problema. Venha conhecer toda a magnitude deste cenário no 11º Congresso Paulista de Infectologia.

Re-emergência da febre amarela no Brasil

Re-emergência da febre amarela no Brasil

De tempos em tempos, a febre amarela silvestre (FA) reemerge no Brasil, produzindo surtos de magnitude e extensão variáveis. O ano de 2018 começou, na saúde pública, com as atenções voltadas para a doença, com muitos casos e muitas mortes que ocorreram. Diante da gravidade do quadro, profissionais de saúde de todo o país, das mais diversas especialidades, se mobilizaram para atuar na prevenção e no combate à febre amarela. A epidemiologia, os corredores ecológicos, a vigilância de primatas e toda estratégia de vacinação serão discutidas no 11º Congresso Paulista de Infectologia.

O uso da PK/PD no tratamento antimicrobiano de pacientes críticos: Da teoria à beira do leito

O uso da PK/PD no tratamento antimicrobiano de pacientes críticos: Da teoria à beira do leito

Nos últimos anos, têm-se observado um aumento constante na utilização da relação farmacocinética (PK) e farmacodinâmica (PD) das drogas antimicrobianas. Os índices PK/PD e suas expressões têm sido amplamente utilizados para garantir uma melhor eficácia destes fármacos, bem como diminuir a toxicidade. A formulação de modelos PK/PD não fica somente na teoria: estão na beira do leito para favorecer a melhor utilização dos antimicrobianos. Venha conferir como isso acontece no 11º Congresso Paulista de Infectologia.

Informações Gerais da Assembleia da SBI

Informações Gerais da Assembleia da SBI

Dia 18 de outubro de 2018 - 12h00 - Centro de Convenções Frei Caneca - São Paulo - SP

 

Quem Somos

A Sociedade Paulista de Infectologia (SPI) foi criada em 1994 e teve como primeiro presidente o infectologista Dr. Roberto Focaccia, que conseguiu reunir representantes das Faculdades de Medicina do Estado, de Hospitais Universitários e de grandes hospitais com Serviços de Infectologia. A prioridade estabelecida a partir desta data foi a de impulsionar a realização de eventos científicos... leia mais